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Professores de Língua Portuguesa do Ifac indicam obras no Dia do Leitor

publicado: 07/02/2018 12h19, última modificação: 19/03/2026 19h30
A data, que é uma homenagem à fundação do jornal cearense O Povo, é comemorada em 07 de fevereiro
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- Foto: Manassés de Oliveira Carvalho

Para comemorar o Dia do Leitor, conversamos com os professores de Língua Portuguesa do Instituto Federal do Acre (Ifac) para que eles pudesse nos indicar boas leituras. As obras, segundo os docentes, vão desde romances a tramas policiais. Os temas abordados agradam todos os gostos e até mesmo aqueles que ainda não tem grande apreço pela leitura.

Veja abaixo quais as indicações literárias dos professores dos campi Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri.

O livro “À margem da história”, do autor Euclides da Cunha, foi publicado em 1909 e é uma obra póstuma. A indicação é da professora Ana Cláudia Garcia, do campus Cruzeiro do Sul.

De acordo com a docente, o livro, que trata da experiência vivenciada pelo autor em uma expedição realizada durante processo de demarcação dos limites ente o Brasil e o Peru, “contribui para que o leitor amplie o conhecimento sobre a região Amazônica, além de conseguir se reconhecer e entender as experiências descritas por Euclides da Cunha”.

O livro “A casa da madrinha”, da autora Lygia Bojunga, foi publicado em 1978 e é a indicação da docente Risonete Tavares, do campus Rio Branco.

Segundo a professora, esta é uma “obra da área infanto-juvenil que trata de sonhos, mas que, ao mesmo tempo, mostra a realidade vivida pelos jovens. É um livro que nos leva a sonhar, a viajar por toda a história, pois além de mostrar grandes problemas vivenciados no dia a dia, nos aponta para a esperança”.

O livro “Inocência”, de Alfredo d’Escragnolle Taunay, mais conhecido como Visconde de Taunay, foi publicado pela primeira vez em 1872 e é um clássico da Literatura Brasileira. A indicação foi feita pelo professor Airton Mesquita, do campus Sena Madureira.

Para ele, a obra além de ser clássica, consegue mostrar para o leitor a realidade que era vivida no século XIX. “É um livro que nos apresenta um romance, mas também a realidade sertaneja, em como as pessoas viviam na época, nos traz informações sobre o período histórico, além de nos mostrar as diversas relações sociais em torno do romance”.

O livro “Martini seco”, do escritor Fernando Sabino, foi publicado em 1987 e chama atenção pela trama misteriosa da morte fulminante de uma mulher. A indicação é do professor Carlos Roberto, do campus Tarauacá.

Segundo o docente, a história é instigante e ao mesmo tempo curiosa. “É um ótimo livro para os jovens que ainda não encontraram o prazer da leitura ou têm dificuldades para se aproximar dos livros para lê-los. Por ser uma obra que conta com um jogo de suspense e um final inesperado, acredito que seja, praticamente, impossível não se apaixonar pela leitura e textos de Fernando Sabino”.

O livro “O diário de Anne Frank”, publicado pela primeira vez em 1947 e que conta a história da jovem Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, é a indicação da professora Keiliane Custódio de Souza, do campus Xapuri.

Segundo ela, além da obra trazer informações sobre “os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto, é um livro que pode ser trabalhado tanto nas aulas de História, como nas de Língua Portuguesa, com o objetivo de apresentar o Holocausto e mostrar a dimensão humana e dramática do livro. A importância desta obra consiste, principalmente, em estudar o diário como o testemunho de um evento que a humanidade precisa evitar que ocorra novamente”.