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Professor do Ifac publica artigo em livro sobre Aprendizagem Baseada em Problemas

publicado: 10/06/2019 14h10, última modificação: 02/02/2026 14h23
Obra está disponível na internet gratuitamente e é voltado a professores, pesquisadores e alunos de Licenciatura
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No final de maio, foi publicado o livro “Aprendizagem Baseada em Problemas: fundamentos para a aplicação no ensino médio e na formação de professores” pela editora Publiki. A obra é uma compilação de vários artigos sobre o tema, entre os quais está o capítulo de autoria do professor do Instituto Federal do Acre (Ifac), Luis Antônio de Pinho. O livro é voltado a professores, pesquisadores e alunos de Licenciatura e pode ser acessado pela internet no site da eduCapes.

A Aprendizagem Baseada em Problemas é um método instrutivo que foi sistematizado há mais de 40 anos e que vem sendo cada vez mais utilizado como uma alternativa aos métodos tradicionais de ensino nos quais o professor é o centro do processo de ensino-aprendizagem. Na ABP, o ensino é centrado no aluno.

O capítulo escrito pelo docente do Ifac junto com seu orientador no doutorado, Renato Lopes, leva o título “A construção do problema na Aprendizagem Baseada em Problemas”. Conforme explica o professor Luis Antônio, “Neste capítulo, buscamos elucidar como desenvolver situações-problema a serem utilizados na ABP, um assunto relativamente pouco pesquisado, principalmente quando se considera a importância das situações-problema para o método”.

A utilização desse método vem sendo pesquisada no Ifac, principalmente, pelos professores Luis Antônio de Pinho e Cleilton Farias, que trabalharam com o tema em suas pesquisas no doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). O programa é fruto de um termo de cooperação feito entre o Ifac e o IOC por meio do qual 19 servidores receberam a titulação de doutores, em 2018.

O livro foi organizado pelos professores Renato Matos Lopes (Instituto Oswaldo Cruz), Moacelio Veranio Silva Filho (in memoriam, Fundação Oswaldo Cruz) e Neila Guimarães Alves (Universidade Federal Fluminense).

Com informações do campus Rio Branco