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Comissão da Agenda Ambiental inicia diagnóstico do Ifac
O Instituto Federal do Acre começa a dar o segundo passo nas atividades da A3P (Agenda Ambiental na Administração Pública). Reunião realizada nesta terça-feira, dia 01, com comissão muldisciplinar envolvendo representantes da Reitoria e dos campi aconteceu sob a coordenação da Diretoria Sistêmica de Desenvolvimento Institucional – DSDIN com a aprovação da equipe diretora da comissão e cronograma para iniciar o diagnóstico socioambiental.
A A3P tem como principal objetivo aumentar a eficiência da gestão e incorporar critérios de gestão socioambiental nas atividades públicas. Ao aderir ao programa junto ao Ministério do Meio Ambiente a instituição assume um plano de trabalho que visa envolver servidores e a comunidade diretamente atendida por ela.
A reunião realizada pela comissão do Ifac esta semana foi aberta pela diretora Sistêmica de Desenvolvimento Institucional, Gírlen Nunes dos Santos, que destacou ser oportuna a reorganização da proposta, pois esta vai ao encontro dos anseios sociais, econômicos e ambientais do Planeta. “E nós estamos em Rede e podemos avançar com muito mais qualidade de vida para todos, ao interagirmos em prol desta jornada que é contínua”, disse.
No mesmo encontro, a comissão central escolheu sua diretoria, que passou a ser presidida pelo Prof. Rodrigo Marciente Teixeira da Silva (docente de Biologia do Campus Cruzeiro do Sul). Na vice-presidência está Yanne Emelyn Souza Klein (TAE/Arquiteta – PROAD) e na secretaria Pabla Alexandre Pinheiro da Silva (TAE/Técnica em Assuntos Educacionais/PROEN). A comissão também distribuiu atividades, propôs um concurso para a definição da logomarca e agendou encontros para toda primeira terça do mês no sistema de webconferência e quando necessário presencial. Subcomissões envolvendo pelo menos um docente, um técnico e um discente em cada campi também estão sendo organizadas.
Diagnóstico
O próximo passo é o diagnóstico socioambiental do Ifac. O documento deve conter informações sobre o consumo de recursos naturais, bens adquiridos e serviços contratados pela instituição (inventário), obras realizadas, práticas de desfazimento adotadas pela instituição, práticas ambientais já adotadas (principalmente com relação ao descarte de resíduos sólidos) e o levantamento de necessidades de capacitação.
Por meio do diagnóstico é possível identificar pontos críticos relacionados, por exemplo, ao desperdício e oportunidades de aperfeiçoamento da gestão. O diagnóstico deve ser realizado pelos membros que compõem a Comissão Gestora e discutido de forma participativa com os demais servidores da instituição (gestores, servidores e terceirizados).
Conforme o Programa, após o diagnóstico outros três passos deverão ser seguidos (projetos, sensibilização e monitoramento continuado) o que envolve mudanças comportamentais e transformações nas ações públicas relacionadas às prioridades de investimentos, compras e contratação de serviços pelo governo, construções sustentáveis, gerenciamento de resíduos sólidos e uso racional dos recursos naturais e bens públicos. A sustentabilidade também tem que contribuir para a melhoria na qualidade de vida e segurança no ambiente do trabalho.