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Assistência Estudantil divulga pesquisa sobre auxílios financeiros prestados pelo Ifac

publicado: 02/08/2017 06h00, última modificação: 07/01/2026 16h49
Relatório servirá para implementar e aperfeiçoar ações da DSAES
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- Foto: Wenderson da Silva de Sousa

A Diretoria Sistêmica de Assistência Estudantil (Dsaes), por meio da Coordenação de Acompanhamento de Programas de Assistência Estudantil (Copae), apresenta o relatório da pesquisa eletrônica realizada com discentes do Instituto Federal do Acre (Ifac) sobre as ações de auxílio financeiro realizadas através do Programa de Assistência Estudantil do Ifac no ano de 2016.

Em ação coordenada com os Núcleos de Assistência ao Estudante (Naes) dos campi, que disponibilizou os formulários eletrônicos nos laboratórios de informática durante os meses de novembro de 2016 a março de 2017, 1.074 alunos responderam o questionário, que abordou questões desde dados básicos (idade, curso) até opiniões gerais desde a realização dos editais – sua divulgação, público-alvo, número de contemplação -, a utilização dos recursos, e de que forma os programas contribuem para a permanência do aluno na Instituição e o seu desempenho acadêmico. Somente em 2016, foram o Programa de Assistência Estudantil do Ifac atendeu 1.552 estudantes com auxílio financeiro e outros 750 com bolsas de ajuda de custo para apresentação de trabalhos científicos, aulas práticas, visitas técnicas e atividades esportivas, totalizando 2.302 auxílios concedidos.

Segundo Priscila da Silva Soares, assistente social e coordenadora da Copae, a pesquisa possibilitou acompanhar e verificar a opinião dos alunos em relação à Assistência Estudantil no IFAC, especialmente aos programas, analisando a importância para os discentes, além de contribuir para nortear a aprimorar o trabalho das equipes. “Os discentes fizeram vários apontamentos que nos levam a reflexões acerca dos nossos serviços”, disse a coordenadora.

Em relação às sugestões, segundo a coordenadora, algumas delas já foram implementadas, tais como o pagamento "em dia" das parcelas, o aumento da quantidade de parcelas (no total serão oito parcelas em 2017 para o auxílio permanência, e sete para a monitoria atendendo aos meses letivos). “Todavia, cabe destacar que as ações institucionais que demandam recursos financeiros, como por exemplo a alimentação escolar, são mais difíceis de serem implementadas a curto prazo, uma vez que necessitam de maior aporte financeiro, inclusive no recurso para funcionamento (este, sofreu corte de aproximadamente 50% em 2017) por parte do Governo Federal”, explicou Priscila Soares.

Além dessas mudanças, estão em andamento o processo de discussão para a reformulação da Política de Assistência Estudantil que envolverá os discentes, com um roteiro de perguntas e respostas para melhorar o entendimento em relação aos procedimentos e regras dos processos seletivos. Outra ação, também programada, é a possibilidade de cada campi publicar seu edital de assistência estudantil, uma vez que irá atender as demandas específicas de cada unidade, dentro do que prevê o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).

“A afirmação de que ‘o programa é essencial para a vida acadêmica e que sem ele não conseguiriam terminar o curso, pois não é fácil um estudante de baixa renda estudar e conseguir um emprego’, ratifica a necessidade desses programas e mostra o quanto é importante para os discentes”, afirmou a assistente social. “As atividades da Assistência Estudantil são realizadas conjuntamente pela Dsaes e Naes e vão muito além dos editais, sendo destacados pelos discentes também a importância dos atendimentos feitos pelas equipes dos Naes nos campi”, completou Priscila Soares.