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Workshop orienta servidores do Ifac sobre primeiros socorros

publicado: 01/08/2017 05h59, última modificação: 07/01/2026 16h56
Projeto de Extensão faz parte do Plano de Atenção à Saúde e Qualidade de Vida do Servidor desenvolvido pela Disgp
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Servidores do Instituto Federal do Acre (Ifac) participaram na manhã dessa terça-feira (01.08) do I Workshop de Primeiros Socorros, realizado pela Coordenação de Saúde e Qualidade de Vida (Cosvi), da Diretoria Sistêmica de Gestão de Pessoas (Disgp), na sala ambiente do prédio do Anexo da Reitoria.

O objetivo do evento foi capacitar servidores para prestar a primeira assistência às vítimas de acidente e mal súbito até a chegada do serviço médico de emergência, conforme explica a enfermeira do trabalho Sirlei Silvestre. A atividade contou com a participação do cardiologista Odilson Silvestre, que apresentou a parte teórica com as principais situações de mal súbito, como paradas cardiorrespiratórias, suspeitas de infarto ou ataques cardíacos, engasgos de crianças e adultos, desmaios ou quase-desmaios e convulsões.

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Na segunda etapa do workshop, a enfermeira Sirlei Silvestre, com a utilização de bonecos de simulação de primeiros socorros, realizou a parte prática, com os participantes exercitando o conteúdo. “O exercício é importante para que os servidores atendam uma pessoa que tiver um mal súbito de forma exata. Agindo imediatamente ele vai evitar que a pessoa tenha um agravamento da situação de saúde. Em situação de emergência, algum conhecimento simples, pode ajudar a evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas. É importante manter a calma e averiguar se o local é seguro para quem está prestando o atendimento e à vítima”, destacou Sirlei.

Orientações e avaliação

O Acre, de acordo com o cardiologista Odilson Silvestre, com uma população com cerca de 700 mil habitantes, tem uma estimativa de uma parada cardiorrespiratória por dia e quando isso acontece, não tem um profissional da área da saúde próximo, mas uma pessoa leiga, que não é enfermeira ou médico. “Então essas pessoas que sofrem um mal súbito, são atendidas por pessoas não preparadas, por isso a importância de realizar este tipo de treinamento, para que elas saibam adotar um conjunto de medidas sequenciais e ordenadas para ter um melhor resultado”.

Silvestre lembra que, quando o atendimento é bem feito, em uma parada cardiovascular, a chance da pessoa de sobreviver aumenta três vezes: se a chance era de 20% ela passa a ter 60%, caso seja atendida corretamente. “E atender corretamente é muito simples: primeiro tem que pedir ajuda para alguém ligado a área da saúde e ligar para o 192; o segundo passo é fazer a massagem cardíaca da forma correta. Isso tudo pode mudar drasticamente e aumentar as chances de uma pessoa com parada cardíaca de sobreviver”.