Notícias

Pesquisa

Cadeia produtiva de mandioca é tema do segundo dia de minicursos na Expoacre

publicado: 25/07/2017 09h55, última modificação: 06/01/2026 17h39
Atividade contou com a participação de 20 produtores rurais e alunos do Ifac
expoacre_manha_25072017-4-001.jfif

No segundo dia de atividades (25.07), no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, na edição 2017 da Expoacre, o Instituto Federal do Acre (Ifac) ofertou oficinas voltadas à cadeia produtiva da mandioca para produtores rurais.

Em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Secretaria de Estado de Agropecuária (Seap), produtores rurais puderam participar da atividade que contemplou temas como o plantio e manejo da mandioca, ministrada pelo pesquisador da Embrapa, Amauri Siviero, e os processos de beneficiamento e industrialização do produto, apresentada pela professora Guiomar Almeida Sousa Diniz, docente de Alimentos do campus Avançado Baixada do Sol.

A oficina “Tecnologias inovadoras na produção de derivados de mandioca”, apresentada por Guiomar Diniz, abordou aspectos teóricos e práticos que destacam a importância do tratamento e armazenamento da macaxeira para os produtores que desejam investir na comercialização e industrialização.

Veja mais fotos no Flickr do Ifac

Segundo a docente, pesquisas demonstram que a mandioca pode perder a qualidade e nutrientes após a colheita, tornando-se imprópria para o consumo depois de 48 horas. “Pretendemos apresentar métodos de congelar, sanitizar, higienizar e o beneficiamento que torne a mandioca própria para a comercialização. É necessário conseguir a conservação adequada do produto”.

Para a produtora rural, Maria José Pinheiro Pires, presidente da Associação de Produtores Rurais Francisco Lourenço, situada no Assentamento Padre Peixoto, no município de Plácido de Castro, as informações serão de grande importância para as mais de 30 famílias que residem no local.

Segundo ela, será a oportunidade de sair da produção atual, que atende apenas o consumo próprio, para uma proposta de comércio e valorização do plantio. “No assentamento começamos apenas com um roçadinho, uma horta para nosso sustento. Estou muito interessada em aprender mais com o plantio da macaxeira”, destacou a produtora.